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Saúde em Primeiro Lugar

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

ACORDAR BEM DISPOSTO

O quarto moderno é cheio de luzes e dispositivos eletrônicos, de monitores de computador a rádios-relógio, além, é claro, do quase onipresente smartphone vibrando e brilhando ao lado da cama. O que a ciência tem a nos dizer, no entanto, é que a exposição crônica à luz durante a noite leva a uma série de problemas de saúde.
Para entender por que a exposição crônica à luz durante a noite é tão ruim, é preciso considerar a evolução humana. Antes do fim da Idade da Pedra, os seres humanos só eram expostos a dois tipos diferentes de luz natural, responsáveis pela regulação do ritmo circadiano – durante o dia, tinha o sol, enquanto à noite, havia a lua e as estrelas, e talvez a luz de fogueiras. Esse padrão binário de dia/noite configurava toda a nossa programação biológica.
Hoje, temos iluminação artificial à noite (IAN). Essa iluminação interior é consideravelmente menos potente do que a luz solar, mas ainda muitas ordens de magnitude maior do que a luz das estrelas e do luar – uma diferença que influencia uma série de reações bioquímicas críticas ligadas a periodicidade de luz, incluindo a produção de Cortisol e Melatonina.
A Melatonina, o sono e a saúde
A supressão de Melatonina é chave para entender muito do porquê IAN faz mal para nós. Este composto bioquímico é produzido pela glândula pineal do cérebro durante a noite, quando está escuro, para regular o nosso ciclo de sono-vigília.
Ele reduz a pressão arterial, os níveis de glicose e a temperatura do corpo – respostas fisiológicas que são as principais responsáveis por um sono reparador.
A parte do cérebro que controla o relógio biológico é o núcleo supraquiasmático (SCN), um grupo de células no hipotálamo. Estas células respondem aos sinais claros e escuros. Os nervos ópticos em nossos olhos percebem a luz e transmitem um sinal para o SCN, dizendo ao cérebro que é hora de acordar.
Esses sinais também iniciam outros processos, como o aumento da temperatura corporal e a produção de hormônios como o cortisol (o do estresse). Os nossos níveis de cortisol são relativamente baixos durante a noite, permitindo-nos dormir, e mais elevados durante o dia, permitindo a estabilização dos níveis de energia e a modulação da função imunológica.
IAN eleva os níveis de cortisol à noite, o que perturba o sono e apresenta uma série de problemas relacionados com os níveis de gordura corporal, resistência à insulina e inflamação sistêmica. Também contribui para um sono ruim e uma interrupção da neuroregulação do apetite.
Quando os quartos ficam totalmente escuros à noite, nenhum sinal óptico é enviado para o SCN, de forma que os nossos corpos produzem a melatonina necessária. A exposição à luz ambiente durante as horas normais de sono suprime os níveis de melatonina em mais de 50%.
E, só para aumentar os problemas, muitos dispositivos modernos emitem luz azul de LEDs, que é especialmente eficaz na supressão de melatonina. Isto porque melanopsina – um fotopigmento encontrado em células especializadas da retina envolvidas na regulação dos ritmos circadianos – é mais sensível à luz azul.
Recentemente, cientistas alertaram estudantes universitários sobre o impacto da luz de monitores de computador sobre os níveis de melatonina. Eles descobriram que a luz do computador à noite reduz os níveis de melatonina, atrapalhando o sono. Em um estudo relacionado sobre tablets, pesquisadores disseram que é importante reconhecer que o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir pode romper com o sono, mesmo que a melatonina não seja suprimida – a atividade pode deixar as pessoas alertas ou estímulos estressantes podem levar à interrupção do sono.
Essa perturbação bioquímica também cria efeitos físicos, como doenças. Cientistas não sabem direito por quê, mas estudos mostram consistentemente uma correlação entre IAN e câncer. Por exemplo, um estudo de 10 anos descobriu que um grupo de mais de 1.670 mulheres expostas a uma maior intensidade de luz em seu ambiente de dormir tinham chances 22% maiores de desenvolver câncer de mama. Os pesquisadores culparam o rompimento hormonal causado pela supressão de melatonina. Perturbadoramente, isso tem implicações sombrias para trabalhadores noturnos. Estudos têm mostrado que enfermeiras com turnos à noite estão em maior risco para câncer de mama.
A luz durante a noite não precisa sequer ser brilhante para causar problemas. A exposição crônica à luz fraca já é capaz de levar a sintomas de depressão. Hamsters, por exemplo, exibiram menos interesse em beber a água com açúcar que normalmente adoram quando expostos à luz fraca à noite. Quando retornaram a uma programação normal, a depressão foi revertida.
Outro estudo, também com roedores, mostrou que a luz azul à noite, em particular, é especialmente poderosa em induzir depressão e ansiedade. IAN também pode prejudicar o humor e a aprendizagem, mais uma vez provavelmente por causa de neurônios expressando melanopsina.
A melatonina ainda tem propriedades antioxidantes, que desempenham um papel importante no antienvelhecimento.
Outros estudos ainda mostram uma ligação entre a supressão de melatonina e doença cardiovascular.
Como se não bastasse tudo isso, luz à noite também contribui para o ganho de peso, mudando o tempo da nossa ingestão de alimentos. Ratos, quando expostos a IAN, ganham mais peso – apesar de se exercitarem e comerem tanto quanto seus irmãos que dormem na escuridão.
Os cientistas também correlacionaram níveis baixos de melatonina à diabetes, embora não saibam o papel da IAN na doença.
A conclusão é bastante óbvia: precisamos manter nossos quartos os mais escuros possíveis à noite, e evitar luz azul antes de dormir. Para isso, temos que desligar todos os gadgets emissores de luz e fechar as cortinas. E, se possível, nos abster de usar computador, tablet ou smartphone nas horas que antecedem o sono. Eu sei, mais fácil falar do que fazer, mas vale a pena dormir bem e despertar sem cansaço, com disposição para enfrentar o novo dia.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Diabetes

Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;

b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;

c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;

d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

Sintomas

* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);

* Aumento do apetite;

* Alterações visuais;

* Impotência sexual;

* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;

* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;

* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;

* Distúrbios cardíacos e renais.

Fatores de risco

* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);

* Hereditariedade;

* Falta de atividade física regular;

* Hipertensão;

* Níveis altos de colesterol e triglicérides;

* Medicamentos, como os à base de cortisona;

* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);

* Estresse emocional.

Recomendações

* O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;

* A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;

* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;

* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;

* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;

* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;

* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.

Tratamento

O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.

O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.

O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.

Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.

Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes. (Dr. Drauzio Varela)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tintura de Amora Para o Combate dos Sintomas da Menopausa


Muitos compostos de plantas medicinais vem sendo analisadas quanto às suas propriedades terapêuticas no alívio de sintomas da menopausa.


Considerada um produto natural, fitoterápico e extraído da amoreira preta, a tintura de amora tem se mostrado eficaz quando surgem os primeiros sintomas do climatério - fase da menopausa, quando o organismo feminino para de ovular e a menstruação começa a falhar, acompanhando esta fase, diversos sintomas desagradáveis, típicos dessa fase, como irritabilidade, sensação de calor extremo e frio extremo, lapsos na memória, dores musculares, diminuição da libido entre outras.

A amora ou amoreira (Morus Alba) é conhecida popularmente como - reguladora hormonal - por conter fitoestrógenos e atuar nos sintomas descritos acima.

Possui ainda em sua composição, alto teor de Potássio e é rica em antioxidantes, como vitaminas C e E e, tem entre suas funções, ação anticancerígena (ação do ácido elágico), anti-séptica , digestiva , calmante e ainda é coadjuvante no tratamento da infecção urinária.

Este produto pode ser encontrado em farmácias e casas de produtos naturais e a dose deve ser prescrita pelo seu médico. (Dr. Roberto Navarro)

domingo, 21 de setembro de 2014

ATENÇÃO! ALERTA MÁXIMO! LEIA A REPORTAGEM ABAIXO, DO PORTAL UOL


Conhecida como 'grapefruit', toranja pode ser fatal para quem toma certos medicamentos


A paciente de 42 anos mal reagia quando seu marido a trouxe ao pronto-socorro. Sua frequência cardíaca tornava-se mais lenta ao mesmo tempo em que a pressão arterial baixava. Para reanimar a paciente, os médicos tiveram que colocá-la em um respirador e depois colocar um marca-passo.
Eles ficaram perplexos quando o marido afirmou que ela tinha enxaqueca e tomava um remédio para hipertensão arterial chamado verapamil como forma de prevenir a doença. Mas os exames de sangue revelaram a presença de uma quantidade assustadora do medicamento no corpo da paciente, um nível cinco vezes maior que o considerado seguro.
Ela teve uma overdose? Ela tinha tentado suicídio? Foi somente depois que a paciente se recuperou que os médicos foram capazes reconstituir os fatos.
"O causador de tudo foi um suco de toranja", afirmou Unni Pillai, nefrologista de St. Louis, Missouri, quem tratou a paciente tempos atrás e depois publicou o caso clínico. "Ela adorava suco de toranja e sua enxaqueca era tão forte, com sintomas de náusea e vômitos, que ela não podia ingerir mais nada."
Na semana anterior ao ocorrido, ela havia se mantido apenas com suco de toranja. Em seguida, ela tomou verapamil, um entre os vários medicamentos cujo poder de ação aumenta muito quando ingeridos junto com suco de toranja. No caso dessa paciente, a interação foi potencialmente mortal.
No mês passado, o pesquisador canadense David Bailey, quem descreveu essa interação mais de duas décadas atrás, publicou uma lista atualizada de medicamentos que reagem ao suco de toranja. Existem atualmente 85 medicamentos à venda que geram esse tipo de interação, os quais incluem: medicamentos comumente usados para tratar o colesterol alto, novos agentes anticancerígenos, alguns opioides sintéticos, medicamentos psiquiátricos, certos imunossupressores – tomados por pacientes que realizaram transplantes de órgãos – alguns medicamentos para Aids, certas pílulas anticoncepcionais e tratamentos com estrogênio (a lista completa está disponível neste documento, em inglês).
"O que nos impulsionou a escrever este artigo foi a quantidade de novos medicamentos que surgiram nos últimos quatro anos", afirmou Bailey, farmacologista clínico do Instituto de Pesquisas em Saúde Lawson, que descobriu acidentalmente essa interação nos anos 1990.
Os cientistas discutem a frequência com que essas interações ocorrem de um modo geral e nas pessoas que consomem quantidades normais de suco. Bailey acredita que diversos casos passam despercebidos uma vez que os médicos não cogitam em perguntar ao paciente se ele vem consumindo toranja ou suco de toranja.
Embora esses incidentes sejam raros, deduziu Bailey, é possível prevê-los e evitar que ocorram. Muitos hospitais não oferecem mais suco, e alguns medicamentos vêm com etiquetas que alertam os pacientes para que evitem suco de toranja.
"O ponto principal consiste no fato de que, mesmo com uma frequência baixa, as consequências podem ser terríveis", afirmou. "Por que precisamos de mortes para começarmos com as mudanças?"
O consumo de suco de toranja pode ser fatal se combinado a 43 dos 85 medicamentos citados na lista, afirmou Bailey. Muitos estão associados ao aumento do ritmo cardíaco, doença conhecida como taquicardia ventricular polimórfica, que pode levar à morte. Ela pode ocorrer sem que exista uma doença cardíaca subjacente e tem sido verificada em pacientes que ingerem alguns agentes anticancerígenos; eritromicina e outros medicamentos anti-infecciosos; certos medicamentos cardiovasculares, como a quinidina; antipsicóticos, como lurasidona e ziprasidona; e os agentes gastrointestinais cisaprida, domperidona e soliferacina, usados para tratar a bexiga hiperativa.
Outros medicamentos, como fentanil, oxicodona e metadona, podem causar depressão respiratória fatal se tomados junto com suco de toranja. A interação também pode ocorrer com outras frutas cítricas, como laranja azeda, lima e pomelo. Além disso, um caso clínico publicado sugeriu que a romã pode aumentar a ação de certos medicamentos
Os idosos talvez estejam mais vulneráveis devido à maior probabilidade de estarem tomando medicamentos e bebendo, ao mesmo tempo, grandes quantidades de suco de toranja. A capacidade do organismo de reagir aos medicamentos também diminui com a idade, afirmam os especialistas.
Em circunstâncias normais, o medicamento é metabolizado no trato gastrointestinal e uma quantidade relativamente pequena é absorvida, pois uma enzima existente no intestino, chamada CYP3A4, o torna inativo. Contudo, a toranja possui substâncias químicas naturais, chamadas furanocumarinas, que inibem a enzima. Sem sua presença, o intestino absorve uma quantidade bem maior do medicamento e os níveis da droga no sangue aumentam de forma significativa.
Por exemplo, se uma pessoa está tomando simvastatina (nome comercial: Zocor) e ingere, ao mesmo tempo, um copo de 200 ml de suco de toranja uma vez ao dia, durante 3 dias, os níveis do medicamento em seu sangue podem triplicar e o risco de ela ter rabdomiólise, desintegração muscular que pode causar danos aos rins, aumenta.
Estradiol e etinilestradiol, tipos de estrogênio usados como contraceptivos orais e na reposição hormonal, também reagem ao suco de toranja. No caso relatado no periódico Lancet, Yaz, uma mulher de 42 anos, tomava pílula anticoncepcional e desenvolveu um coágulo grave, que comprometia sua perna, depois que começou a ingerir uma toranja ao dia, afirmou Lucinda Grande, médica de Lacey, Washington, e autora do caso clínico.
Contudo, Grande também notou que a paciente possuía outros fatores de risco e que as circunstâncias eram pouco comuns. "Publicamos esse caso clínico porque ele era muito incomum", afirmou. "Precisávamos ser cautelosos para não tratar o fato com exagero."
Alguns medicamentos possuem um intervalo terapêutico restrito, ou seja, uma pequena quantidade a mais ou a menos da substância no organismo pode ter consequências sérias, e requerem cautela em relação ao consumo de toranja, afirmou Patrick McDonnell, professor de prática farmacêutica da Universidade Temple. Entre esses medicamentos estão os agentes imunossupressores, como a ciclosporina, que são tomados por pacientes que realizaram transplantas para prevenir a rejeição do órgão do doador, afirmou.
McDonnell acrescentou, porém, que a maioria dos pacientes que tem reações adversas consome toranja em grandes quantidades. "Há uma diferença entre um ingerir um pedaço da fruta ocasionalmente e tomar todos os dias o equivalente a 450 gramas na forma de suco", afirmou.
Ele também alertou para o fato de que "nem todos os medicamentos da mesma categoria reagem da mesma forma". Por exemplo, algumas estatinas reagem à toranja e outras não.
Alguns conselhos de especialistas para as pessoas que adoram toranja:
– Se você toma medicamentos via oral de qualquer tipo, consulte a lista para verificar se seu medicamento interage com a toranja. Esteja certo de ter compreendido os possíveis efeitos colaterais resultantes da interação e, caso eles sejam potencialmente mortais ou caso possam causar danos permanentes, jamais ingira toranjas. A ação de certos medicamentos como o clopidogrel pode ser reduzida quando eles são ingeridos ao mesmo tempo que toranja.
– Se você toma regularmente um dos medicamentos listados, tenha em mente que talvez você precise evitar toranjas, pomelos, limas e geleia de frutas cítricas. Fique atento aos sintomas que possam ser efeitos colaterais do medicamento. Se você toma estatinas, o efeito colateral pode ser uma dor muscular incomum.
– Não basta deixar de tomar seu remédio quando ingerir toranjas. É preciso evitar consumir a fruta durante todo o período no qual esteja tomando a medicação.
– Em geral, é bom evitar mudanças radicais e repentinas na dieta e dietas radicais que incluam um grupo pequeno de alimentos. Se você "não pode viver sem toranja", pergunte a seu médico se existe uma alternativa de medicamento que você possa utilizar. Fonte: Notícias Uol.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Viagra Natural (Para homens a partir de 30 anos)


Retire todas as sementes de duas melancias e coloque-as numa vasilha de plástico. Lave as sementes e ponha para ferver numa vasilha tampada, em meio litro de água, em fogo baixo, durante 30 minutos. Quando estiver pronto, deixar esfriar e colocar na geladeira. 

Todos os dias, tome meio copo (americano) de manhã, em jejum, e meio copo, à noite, antes de dormir. Pode-se também deixar as sementes secar no sol, e depois de secas, torrar em fogo baixo e moer no liquidificador ou processador.

Depois de torradas e moídas, podem ser consumidas com suco de melancia ou de laranja, acrescentando-se uma colher de chá ao suco. Esta receita é para homens a partir de 30 anos.


Receita enviada por Hélio de Carvalho, de Varginha - MG

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Transagem: Fui curada de faringite!

DEPOIMENTO PESSOAL:

A cada dia que passo, me apaixono mais pela natureza, pelo seu poder preventivo e curativo. Hoje vou contar para vocês sobre minha experiência com essa planta fantástica! Há quase um mês eu estava com a garganta irritada, inflamada... Fui na farmácia e me receitaram Nimesulida, caixa que vem com 12 comprimidos.  Tomei os 12 comprimidos e não adiantou. Pra mim era uma inflamação de garganta simples, por causa da mudança de tempo, líquidos gelados... Então busquei romã e fiz chá da casca dele e fiz gargarejo. Mas também não adiantou muito. Fiquei admirada, porque sempre que eu tinha algum problema na garganta, eu fazia uso do chá da casca de romã e o problema era resolvido de um dia para o outro. Meu filho, sabendo do meu problema, me deu três folhas de transagem. Peguei as folhas, lavei, rasguei e reservei. Medi três copos tipo americano (tem o pequeno e o grande, eu usei o pequeno) de água filtrada e coloquei numa leiteira de alumínio e deixei ferver a água. Assim que a água ferveu eu joguei as folhas da transagem picadas dentro da água e tampei a vasilha. Deixei o chá em infusão até ele ficar morno.

Então bebi um copo do chá na terça e um copo na quarta... Quando foi ontem de manhã, eu acordei com uma dor quase insuportável na garganta, doía até ao falar e ao tomar água. Cheguei a desacreditar um pouco do romã e fiquei inconformada com a falta de resultado. Na quinta de manhã tomei mais um copo do chá de transagem, mas como continuava doendo procurei um otorrinolaringologista ontem (quinta) à tarde. Porém, a partir de meio-dia mais ou menos comecei a observar uma melhora significativa na garganta, mas mesmo assim fui ao médico, porque já estava marcado. Na consulta ele me disse que eu estava com faringite e novamente me receitou Nimesulida. Agora já sei porque o romã não fez efeito, pois pode ser que ele não combata faringite. Na noite anterior eu tinha lido a bula de um medicamento que o médico me receitou para baixar colesterol e triglicérides. Quando li a bula, fiquei espantada! O nome do medicamento é Plenance e dentre seus diversos efeitos colaterais estão: faringite, sinusite, rinite, dores musculares etc. Esse medicamento me causou a faringite. Parei de fazer uso dele e agora vou pesquisar e descobrir na natureza, alguma planta que baixe colesterol e triglicérides. Conclusão: Ontem à noite minha garganta já estava 80% boa e hoje de manhã, levantei curada, graças aos três copos do chá de transagem. Resolvi pesquisar mais sobre essa planta maravilhosa e olha só o que encontrei:

TANSAGEM (Plantago major)

Descrição : Da família das Plantagináceas, tambêm conhecida como transagem, tanchagem maior, plantagem, sete nervos. Planta anual vivaz, que cresce pouco, atingindo 30 centímetros de altura, sem caule, com folhas oval-arrendondadas, carnosas e moles, quase pecíolo. As folhas nascem em torno de um eixo, ao nível do solo, formando um tufo circular, e ficam distendidas sobre o solo, como as plantas dos pés, o que deu origem ao nome ciêntífico Plantango. As flores brancas, rosadas ou esverdeadas, nascem ao longo desse eixo, e formam espigas eretas e alongadas, entre as folhas.
As sementes, de preferência em solos úmidos, férteis e de clima temperado, sendo a época mais favorável os meses de setembro a dezembro, para o plantio. No Brasil adaptou-se tão bem que vegeta espontaneamente em quase todo o país, principalmente em jardins e gramados, pomares, beiras de estrada e junto aos muros. Desenvolve-se mais intensamente em locais abertos, como em solos cultivados e pastagens. A colheita das folhas deve ocorrer nos meses de agosto e março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão, quando estão bem maduras.

Habitat: É originária das regiões frias da Europa, tendo se espalhado por todo o mundo, em diversos países da Ásia, África, América, sendo conhecida como o rei do caminho, pois tem a capacidade de burlar as fronteiras e se introduzir em todas as regiões do mundo.

História: É chamada "rei-dos-caminhos" pois não respeitando fronteiras se difundiu por todos os países. Faz parte da Farmacopeia Homeopática.

Partes utilizadas : Raiz, folhas e sementes.

Plantio : Multiplicação: por sementes ou mudas do rizomas; Cultivo: em hortas como a alface; Colheita: durante a floração (ano todo).

Modo de Conservar : As folhas e as sementes são secas ao sol, em local ventilado e sem umidade. Conservar em sacos de papel ou de pano.

Propriedades : Depurativa, hemostática, béquicas, emoliente, expectorante, antitussígena, tônica, cicatrizante, diurética, anti-inflamatória e anti-séptica.

Uso pediátrico: Afecções respiratórias: amigdalite, faringite, traqueíte, tosse, catarro, bronquite; Inflamações: otite, parotidite, gengivite, estomatite; Febres intermitentes; Diarreias Afecções da pele: dermatoses, picadas de inseto; Anemia, debilidade; Constipação intestinal: como laxante.

Uso na gestação e na amamentação: Planta segura.

Indicações : O suco puro pode ser usados em bochechos para apressar a cicatrização da gengiva em casos de cirurgia e extrações de dentes. O emplasto da planta macerada combate a inflamação. Para uso interno, pode ser usada como diurético, e junto com guaco para combater tosses com catarro.

Principios Ativos : Monoterpenos iridòides: aucubina (rinanantina), catapol e asperulosídeo; Mucilagens: glucomannas, arabino-galagtano, ramnogalacturonano; Flavonóides: diglicosí-deo-6,8-apigenina, glicoronídeo-7-luteolina, xilose, galactose; ácidos orgânicos: clorogénico, neocloro-gênico, galacturônico, actenosídeo (verbascosídeo); Taninos; Saponinas; Sais minerais: potássio, cálcio, ferro; Vitami-na C; Colina; Alcalóides: noscapina; Petina; Hidroxicumarina: aesculetina; Ácido silícico; Sementes: 105 de óleo amarelo de sabor a óleo de nogueira, amarelo; Antraquinonas.

Modo de usar :

Laxante; depurativo: Chá de tansagem, em 1 copo, coloque 1 colher de sopa de sementes e adicione água fervente. Deixe em maceração por 1 noite e coe. Tome 1 copo de manhã, em jejum.

Afecções da pele, acnes, cravos e espinhas : Chá de tansagem, coloque 2 colheres de sopa de folhas picadas em 1 copo de água. Leve ao fogo, deixe ferver durante 15 minutos e coe em um pano, espremendo bem o resíduo. Adicione ao líquido obtido, 1 colher de sopa de mel. Miture bem, aplique com um chumaço de algodão sobre a pele, no local afetado, 2 vezes ao dia.

Queimaduras; feridas; picadas de insetos : lave muito bem as folhas frescas e enxigue. Em um pilão, coloque 3 colheres de sopa de folhas picadas. Amasse bem, adicione 1 colher de sobremesa de glicerina e misture. Espalhe sobre um pano, gaze ou um chumaço de algodão e aplique sobre o local afetado, de 1 a 2 vezes ao dia.

Amigdalite, faringite,traqueíte,estomatite,gengivite,desintoxicante das vias aéreas dos fumantes : Chá de tansagem, em 1 xícara de chá, coloque 2 colheres de sopa de folhas picadas em pedaços bem pequenos e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos, espere amornar e coe. Faça gargarejos, de 2 a 3 vezes ao dia.

Prostatite : Chá de tansagemcoloque 5 colheres de sopa de folhas picadas em 1 litro de água em fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Adicione à água morna do banho, e faça banhos de assento com duração de 15 a 20 minutos, 2 vezes ao dia.

Posologia: Adultos: 1 colher de sopa de sementes maceradas por 1 noite em 1 copo de água quente, tomadas em jejum, como laxante ou depurativo; 8g de planta inteira fresca 2 colheres de sopa para 1 xícara de água) em infuso até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs, em uso interno para afecções respiratórias, intoxicações, dores, inflamações; Para o colutório a dose é triplicada. O uso constante do colutório faz regredir completamente as inflamações recidivas das amígdalas; Para banhos de assento nas prostatites, a dose é de 60g para cada litro de água, por 20min. 2 vezes ao dia; As folhas podem ser maceradas a seco ou vaporizadas para compressas tanto para afecções da pele quanto para dores; hemorróidas. Também se pode utilizar o suco. Este mesmo procedimento pode ser usado para instilar 3 gotas do liquido levemente amomado no ouvido ou frio como colírio; As folhas tenras podem ser consumidas junto com saladas verdes. Crianças tomam de 1/6 a '/2 dose.

Farmacologia: O extrato fluido e o suco fresco provaram ter efeito bactericida. A aucubigenina (auoubina hidrolisada) e uma saponina antimicrobiana respondem por seu efeito bacteriostático; Aumento na coagulação sanguínea foi comprovado e também há relatos de um efeito de epitelízacão; A planta demonstrou efeito positivo nas infecções do trato respiratório.

Toxicologia: Sem toxidade nas doses recomendadas.

Fonte: Plantas Que Curam

 

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